Perseguição e assédio na Transpetro

Não é de hoje que o Sindicato e a FUP denunciam práticas abusivas na gestão de pessoal, como assédios e perseguições.
Em 2016, quando um departamento inteiro lotado na cidade de São Paulo foi extinto e trabalhadores obrigados a se deslocarem até a sede da empresa, foi o começo.
Nessa ocasião alguns trabalhadores foram separamos de seus cônjuges e filhos por força da mudança e outros preferiram pedir demissão, pois não havia outra saída para eles.
Agora chegou ao conhecimento do sindicato alguns casos de perseguição e assédio da alta administração da empresa em casos específicos, os quais não há fundamento nenhum que prejudique a empresa e seja motivo para esse desequilíbrio autoritário do gestor.
Para o diretor do Sindipetro Caxias Paulo Cardoso, um dos casos envolve questão de saúde perinatal, pois a mudança obrigatória e arbitrária está preocupando a esposa do trabalhador.
O outro caso envolve transferência acordada entre gerentes e quando chegou a conhecimento na esfera superior, foi barrada sem justificativa nenhuma. Vale ressaltar que esses casos estão registrados com DIP.
“Não é possível que em pleno século 21 coisas como estas ainda aconteçam numa empresa do tamanho da nossa onde o código de ética está sendo rasgado como foi a nossa Constituição no golpe, uma vergonha para empresa e um fator desmotivador para os trabalhadores”, conclui Cardoso.

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