Trabalhadores da UTE na luta por melhorias

Na última semana de 2018 a direção do sindicato se reuniu com o gerente da UTE-GLB a fim de levar ao seu conhecimento um pleito da categoria sobre a alimentação.
Segundo os trabalhadores, a comida transportada da REDUC até a Usina chega muito mexida e com uma péssima aparência, o que trás desconforto e insegurança na hora da refeição. Outras maneiras de se resolver essa questão foram apresentadas pela direção do Sindipetro, inclusive usando o restaurante do TECAM, uma vez que a demanda diminui muito devido as demissões e contratações no Terminal.


Logo no início, fomos abordados por alguns trabalhadores que comentaram que, em visita a planta, o Gerente Executivo garantiu que se o sindicato aprovasse a mudança de alimentação in natura para vale refeição a empresa implantaria sem problemas. E após entrar em contato com alguns gerentes, chegou ao conhecimento do Sindipetro Caxias que em outras plantas já existe essa modalidade do benefício, porém pesquisando com outros sindicatos, uns fizeram acordos e outros não.
Saímos da reunião garantindo que após o recesso do sindicato iríamos continuar as conversas a respeito do vale, e logo na semana seguinte conversamos com o ADM, onde lembramos a eles o risco da empresa querer acabar com o direito do café da manhã, que foi conquistado pelo sindicato na justiça, além de encaminhar um ofício à empresa demonstrando o que a categoria quer e quais as condições para que o sindicato aceite levar a votação.


Ocorre porém, que logo após a reunião alguns trabalhadores que não participaram da setorial, inclusive alguns ex-diretores do sindicato, discordaram da redação do ofício onde deixamos claro que a mudança é só para o ADM, visto que o turno tem seu benefício regrado por lei específica assim como outros benefícios na mesma lei.
A empresa recebeu o ofício no dia 24/01 e respondeu no dia 28 dizendo que o benefício seria estendido a todos os trabalhadores da UTE-GLB nos moldes do ACT2017-2019, porém no próprio ACT é assegurado a comida in natura para o turno conforme preconiza a lei.
Há uma expectativa por parte da categoria em que esse benefício seja extendido para o turno, onde nos parece ter sido negociado como condição sine qua non para concessão.
O e-mail da empresa já foi respondido pela direção reiterando que não haverá por parte do sindicato negociação que prejudique o direito a comida gratuita e no local de trabalho para o turno, e que continuamos aguardando um posicionamento em que seja dado para o turno uma melhoria na alimentação assim como é no TECAM, por exemplo.


O Sindicato deixa claro que em nenhum momento pensou em negociar retirada ou precarização de benefício ou direito conquistado garantido por lei, pois apesar da conjuntura, continuamos com o lema de nenhum direito a menos e reforçando que quem representa a categoria é o sindicato e não ex diretores ou pessoas escolhidas pela gerência da unidade.


Aguardamos a resposta da empresa sobre o ofício como acordado em reunião.

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