Após os três dias de reunião de planejamento da Federação Única dos Petroleiros, que foi realizada em Curitiba-PR, a direção e representantes dos sindicatos filiados participaram, nesta quinta-feira, do ato em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no acampamento Lula Livre, em frente a Polícia Federal em Curitiba. “Cada dia que passa fica mais claro para nós aqui no Brasil e para o mundo que Lula é um preso político”, afirmou José Maria Rangel, coordenador da FUP, ao falar do impedimento da justiça de Lula ir ao enterro do próprio irmão, que é garantido por lei.
No dia 31, completou 300 dias da prisão e da vigília que está todos os dias dando apoio e força ao presidente. De acordo com seu advogado, Manoel Caetano, em entrevista para o Brasil de Fato, “Lula tem um carinho especialíssimo pelo povo que fica na vigília. Fala deles quase todos os dias. Para ele, são fundamentais a existência e a resistência da vigília. Na minha análise, tem sido muito importante para manter o alto astral dele, em especial nos finais de semana, quando não recebe visitas. Ele escuta tudo: as cantorias, o “Bom Dia”, o “Boa Tarde” e o “Boa Noite” [saudações coletivas dos militantes, em voz alta”. E foi exatamente isto, que os petroleiros fizeram. Participaram do Boa Tarde ao Lula e em seguida, no centro de formação Marielle Vive, próximo à Vigília, participaram do seminário sobre geopolítica do petróleo. Rangel, ressaltou que as principais atividades da Federação devem ser feitas em Curitiba, devido à simbologia de resistência contra a prisão de Lula. “Eles usaram a questão da corrupção [na Petrobrás] como pano de fundo para prender o nosso maior líder”, afirmou.

Após o Tribunal Superior Eleitoral cassar o registro da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, descumprindo a determinação do Comitê de Direitos Humanos da ONU para que o Brasil respeitasse os tratados internacionais e assegurasse os direitos políticos do ex-presidente, o Partido do Trabalhadores oficializou no dia 11, a candidatura de Fernando Haddad à Presidência, com Manuela D’Ávila, do PCdoB, como vice.
Em uma carta compromisso com o povo brasileiro, Lula reafirma sua inocência e acusa o judiciário de perseguição política. “Cassaram o direito do povo de votar livremente. Agora querem me proibir de falar ao povo e até de aparecer na televisão. Me censuram, como na época da ditadura. Talvez nada disso tivesse acontecido se eu não liderasse todas as pesquisas de intenção de votos. Talvez eu não estivesse preso se aceitasse abrir mão da minha candidatura. Mas eu jamais trocaria a minha dignidade pela minha liberdade, pelo compromisso que tenho com o povo brasileiro”, frisou o ex-presidente.
“É diante dessas circunstâncias que tenho de tomar uma decisão, no prazo que foi imposto de forma arbitrária. Estou indicando ao PT e à Coligação ‘O Povo Feliz de Novo’ a substituição da minha candidatura pela do companheiro Fernando Haddad, que até este momento desempenhou com extrema lealdade a posição de candidato a vice-presidente”, comunicou Lula. “Se querem calar nossa voz e derrotar nosso projeto para o País, estão muito enganados. Nós continuamos vivos, no coração e na memória do povo. E o nosso nome agora é Haddad”, afirmou o ex-presidente na carta que foi lida pelo advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, em um ato público em Curitiba, onde presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, anunciou Haddad e Manuela como candidatos a presidente e a vice-presidente da República.
“Eu sei que um dia a verdadeira Justiça será feita e será reconhecida minha inocência. E nesse dia eu estarei junto com o Haddad para fazer o governo do povo e da esperança. Nós todos estaremos lá, juntos, para fazer o Brasil feliz de novo”, destacou Lula, conclamando o povo a mudar de novo a história do Brasil .”Nós já somos milhões de Lulas e, de hoje em diante, Fernando Haddad será Lula para milhões de brasileiros”, afirmou.

Vice de Lula na candidatura a presidência da república, Fernando Haddad, participou na noite desta segunda-feira (20), do ato político de encerramento do VII Etapa de Formação de Formadores da Plataforma Operária e Camponesa, que aconteceu entre os dias 18 e 20 de agosto, em São Paulo.

Com o tema “Compromissos com o Povo Brasileiro para Soberania Energética”, o seminário organizado pela Plataforma reuniu diversas entidades, candidatos e candidatas do Estado de São Paulo, movimentos sociais, representantes de mais de 15 estados brasileiros, juntamente com estudiosos e intelectuais que atuam na questão energética, além da presença de Guilherme Estrela, Ex-presidente da Eletrobrás Luís Pingueli e do candidato Fernando Haddad, para reafirmar a importância do país ter a soberania energética para o Brasil ser feliz de novo. A Plataforma é uma construção conjunta de trabalhadores e trabalhadoras dos ramos do petróleo, eletricidade, saneamento, educação, camponeses, professores, atingidos por barragens, jovens, engenheiros, entre outros. Há anos as organizações sindicais e populares vêm formulando propostas e saídas para a construção da soberania nestes temas. Foram debatidos no seminário, 13 pontos já sistematizados, que envolvem temas estratégicos em torno da água e energia.

Durante o ato, a Plataforma Operária e Camponesa, a qual a FUP faz parte, entregou ao Haddad a carta compromisso escrita em conjunto pelos trabalhadores e trabalhadoras. Com o título "Por um Projeto Energético Popular com soberania, distribuição da riqueza e controle popular".

De acordo com o documento, "o Brasil possui uma das melhores condições energéticas mundiais, no entanto, para que possa servir às necessidades do povo brasileiro, é necessário realizar mudanças profundas na política energética. É necessário superar o debate restrito de matriz, apesar de sua importância. Isso pressupõe garantir plena soberania energética. É necessário incidir decisivamente no planejamento, na organização e controle da produção e distribuição da energia, na distribuição da riqueza gerada e no controle sobre as reservas estratégicas de energia que possuem base de elevada produtividade natural. Para um projeto energético popular é questão central o exercício pleno da soberania sobre a energia elétrica e sobre o petróleo brasileiro".

O coordenador geral da FUP, Simão Zanardi, reafirmou a luta dos petroleiros em manter a Petrobrás como uma empresa estatal a serviço do povo brasileiro, bem como que sua riqueza seja distribuída igualitariamente para saúde, educação e saneamento para todos. “Nós trabalhadores da Petrobrás, em nome da Federação Única dos Petroleiros e seus Sindicatos temos na nossa instituição a luta pelo monopólio estatal do petróleo. O governo temer escolheu a Petrobrás para ser desmontada neste momento. Por isso, entendemos a necessidade de manter a Petrobrás como estatal, recuperar seus ativos que foram vendidos de forma desonesta, bem como fazer um grande concurso público para recompor o nosso efetivo”. E encerrou com palavras de ordem de liberdade ao candidato Luis Inácio Lula da Silva e voltando a falar da importância da soberania para a “sociedade brasileira ter uma indústria capaz de alavancar emprego e renda para que o nosso país seja soberano e a democracia retorne”.

Além da carta compromisso, Fernando Haddad recebeu das mãos dos petroleiros da FUP, um jaleco laranja que virou o símbolo de luta em defesa da soberania. 

Haddad falou sobre a importância da descoberta do pré-sal no governo Lula e de outros investimentos que melhoraram a vida da população como a criação de universidades e escolas técnicas, compra de ônibus escolares para levar as crianças do campo para a sala de aula. “Área por área você vai vendo o que Lula foi fazendo, o que fomos construindo juntos. Foi possível fazer muita coisa e nós só queremos resgatar esse projeto Só queremos o Brasil de volta para nós (trabalhadores). O Brasil feliz de novo”. Destacou também a importância de que seja cumprida a constituição, assim como foi exigido pela Organização das Nações Unidas, de que deixem Lula ser candidato, em um processo democrático. “Nós temos um plano de governo feito por milhares, por um acumulo de experiência dos governos, e não um plano feito por empresários que não produzem nada para a população brasileira”. Haddad concluiu afirmando que tem confiança nas eleições de 2018, assim como Lula.

Plataforma discute futuro da indústria do petróleo

Na tarde do dia 20, a FUP participou da mesa “Realidade e perspectiva da Indústria de petróleo do Brasil”, durante a VII etapa do curso de formação de formadores da Plataforma Operária e Camponesa. Participaram do debate o geólogo Guilherme Estrella, o pesquisador do INEEP, Rodrigo Leão e o diretor da FUP e Sindipetro Unificado de São Paulo, Arthur Ragusa. A íntegra pode ser assistida no facebook da Federação.

A Plataforma Operária e Camponesa de Água e Energia é composta pela FUP - Federação Única dos Petroleiros (Sindipetro AM; Sindipetro CE/PI; Sindipetro RN; Sindipetro PE; Sindipetro BA; Sindipetro MG; Sindipetro ES; Sindipetro Caxias; Sindipetro NF; Sindipetro Unificado SP; Sindipetro PR/SC e Sindiquimica PR; Sindipetro RS); CNU ‐ Confederação Nacional dos Urbanitários - FNU - Federação Nacional dos Urbanitários; FRUNE ‐ Federação Regional dos Urbanitários do Nordeste; FTUN - Federação dos Trabalhadores Interestadual Urbanitários do Norte; FSU ‐ Federação Regional dos Urbanitários do Sul; Federação Regional dos Urbanitários Centro‐Oeste; Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Estado de São Paulo (FTIUESP), Intercel, Intersul, Sindieletro-MG, STIU-DF, Sinergia CUT, SINDUR-RO, FISENGE - Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros;, Senge PR; Senge RJ; Movimento Camponês Popular (MCP); Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB); Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Levante Popular da Juventude (LPJ) e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

[FUP]

Os petroleiros mais uma vez fizeram história, protagonizando um momento único no País: o registro coletivo da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência do Brasil. A coligação “’O Povo Feliz de Novo”, que reúne PT, PCdoB e PROS em torno da candidatura de Lula e Fernando Haddad, foi registrada na quarta-feira (15), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o respaldo de cerca de 50 mil manifestantes que ocuparam Brasília para defender a inocência do ex-presidente e seu direito de disputar a eleição.
“Entendemos que só um projeto popular e democrático, focado nos interesses do povo e na soberania nacional, pode mudar o destino do Brasil”, afirmou Simão Zanardi, coordenador da FUP, destacando que a eleição de outubro definirá os rumos da Petrobrás. “Ou vamos cair de vez no entreguismo e nas privatizações ou retornaremos para a soberania e a democracia”, alertou.
Cerca de 300 petroleiros participaram da mobilização em Brasília, com caravanas e representações de vários estados do país. Os trabalhadores se somaram à Marcha Lula Livre, que saiu do Estádio Mané Garrincha em direção ao TSE, cortando o Eixo Monumental.
Pela primeira vez na história do país, uma candidatura foi registrada coletivamente, com o respaldo de milhares de brasileiros e brasileiras. Ao lado da deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB), que integra a coligação “O Povo Feliz de Novo”, o ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, ressaltou a singularidade e importância do ato político. “O registro da candidatura de Lula à presidência da República não é um ato de desobediência à lei e sim um ato de obediência ao povo e à Constituição Federal”, afirmou.
Preso político desde 07 de abril na sede da Polícia Federal, em Curitiba, o ex-presidente lidera todas as pesquisas eleitorais. A última consulta feita pelo Vox Populi, entre os dias 18 e 20 de julho, revela que as intenções de voto em Lula aumentaram para 41% contra 39% registrado em maio. Já a soma de todos os outros adversários alcançou 29%.
“Vamos nos espalhar pelo Brasil, nas ruas, no trabalho, nas redes sociais, mas, principalmente, olhando nos olhos das pessoas para lembrar que esse país um dia já foi feliz e que os mais pobres estavam contemplados no orçamento da União como investimento, e não como despesa”, conclamou Lula em carta à militância, que foi lida por Haddad durante a manifestação em frente ao TSE.
“Vamos dialogar com aqueles que viram que o Brasil saiu do rumo, estão sem esperança, mas sabem que o país precisa resolver o seu destino nas urnas, não em golpes ou no tapetão. Lembrar que com democracia, com nosso trabalho, o Brasil vai voltar a ser feliz”, ressaltou o ex-presidente, lembrando aos manifestantes que enquanto ele estiver preso, “cada um de vocês será a minha perna e a minha voz. Vamos retomar a esperança, a soberania e a alegria desse nosso grande país”, afirmou em um trecho da carta.

Fonte: FUP

A VII Plenária Nacional da FUP, realizada entre os dias 01 e 05 de agosto, no Rio de Janeiro, deliberou pelo apoio às candidaturas de petroleiros nas eleições de outubro e apontou que uma das lutas centrais da categoria é a eleição de Lula e de um congresso representativo dos trabalhadores. A Plenafup aprovou como fundamental para as lutas em defesa do Sistema Petrobrás e do Pré-Sal a eleição do coordenador licenciado da FUP, José Maria Rangel, que disputa a vaga de deputado federal pelo Rio de Janeiro, através do PT.
Foi também deliberado o apoio aos demais candidatos petroleiros filiados aos sindicatos da FUP, que concorrem ao Congresso Nacional e às assembleias legislativas estaduais.
“Nós demos um passo importante ao reafirmar que Lula é nosso candidato, daremos um passo mais importante que é reeleger Lula e depois disso teremos uma missão que é fazer Lula governar porque as forças da direita não querem Lula candidato”, afirmou o coordenador em exercício da FUP, Simão Zanardi Filho, ressaltando que para reverter o desmonte promovido pelos golpistas é fundamental aumentar a representação dos trabalhadores no Congresso Nacional.
Durante sua participação na VII Plenafup, José Maria Rangel destacou que nestas eleições o povo brasileiro está diante de dois projetos políticos radicalmente opostos. “Ou será a civilização ou será a barbárie. Porque o que está aí, sem referendo do voto popular, retirando direitos da classe trabalhadora, aumentando a miséria e a fome, entregando o nosso patrimônio público, imagine o que esses caras podem fazer se eles forem legitimados pelo voto, nessas eleições? Eles vão acabar de entregar o nosso país”, afirmou, ressaltando que os petroleiros são decisivos nesta disputa.

Fonte: FUP

Como parte da agenda de luta aprovada pelo Conselho Deliberativo da Federação Única dos Petroleiros, a direção do Sindipetro Caxias junto dos outros sindicatos filiados e dos movimentos sociais e da população brasileira, estará em Brasília na próxima quarta-feira, 15, para realizar um grande ato em apoio ao registro da candidatura de Lula à presidência da república. A direção do Sindicato também disponibilizou um ônibus que levará petroleiros e militantes do Rio de Janeiro para o Distrito Federal.
Além disso, os sindicatos da FUP estão participando diariamente da vigília Lula Livre montada em Curitiba próximo a sede da Polícia Federal, onde se encontra em prisão política o maior líder representante das classes mais empobrecidas do Brasil.

Com participação de cerca de 200 petroleiras e petroleiros, terminou no domingo (05), no Rio de Janeiro, a VII Plenária Nacional da FUP, que deliberou sobre questões fundamentais para a categoria. Além de definir um amplo calendário de lutas contra a privatização do Sistema Petrobrás e a entrega do Pré-Sal, a Plenafup apontou uma série de encaminhamentos para preservar direitos dos trabalhadores e impedir o desmonte de conquistas históricas, como a Petros, AMS e o Acordo Coletivo.
Trabalhador vota em trabalhador

A VII Plenafup também deliberou que uma das lutas centrais dos petroleiros deve ser a eleição de Lula e de um congresso representativo dos trabalhadores. A plenária aprovou por unanimidade o apoio às candidaturas de petroleiros para ampliar a defesa do Sistema Petrobras e do Pré-Sal como alicerces da retomada do projeto popular e democrático de soberania e desenvolvimento nacional.

Os petroleiros reconhecem o que os governos Lula e Dilma fizeram pela Petrobrás e, por isso, nesse momento em que o ex-presidente é atacado e injustiçado pelas elites políticas e econômicas do país, a solidariedade é a melhor forma de expressar a gratidão por tudo o que ele fez.

Quando o Lula assumiu, a Petrobrás era terra arrasada, sem investimentos, com vazamentos de petróleo para todo lado, até plataforma afundada e acidentes terríveis, a exemplo da P-36, que deixou 11 mortos. Lula investiu na Petrobrás e o retorno foi reconhecido com a descoberta do pré-sal e recordes de lucro, geração de emprego e produção. Os números mostram porque os petroleiros são gratos: o lucro médio da empresa passou de R$ 8,1 bilhões ao ano no governo de FHC para R$ 25,6 bilhões ao ano nos governos de Lula e Dilma. O número de postos de trabalho na cadeia produtiva saltou de 7 mil para 80 mil entre 2002 e 2012, e a Petrobrás chegou a ocupar o segundo lugar na lista de empresas preferidas entre os jovens brasileiros de 17 a 26 anos, que sonhavam em trabalhar na estatal.


Com Lula e Dilma, a capacidade de geração de energia e gás cresceu 729%. A produção de petróleo aumentou em 73%, contra um crescimento mundial de 12%, assim como a produção de gás cresceu 61% contra 36% no mundo. Em Curitiba, a Vigília Lula Livre está recebendo novos apoios a cada dia. Na última semana chegaram caravanas do Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, com mais de 200 pessoas. Os petroleiros do Sindipetro Caxias, assim como dos outros Sindicatos filiados à FUP, estão em esquema de revezamento na vigília.

 

A FUP (Federação Única dos Petroleiros) trouxe nesta quarta-feira (9) à Vigília Lula Livre em Curitiba um reforço de peso. Trata-se de um ônibus-trailer que foi estacionado ao lado da Praça Olga Benário, nas imediações do prédio da sede da Polícia Federal na capital paranaense.

O reforço vem em boa hora. Na terça-feira (8), a Polícia Militar do Paraná rompeu unilateralmente acordo firmado com as lideranças da vigília e abriu para a circulação de veículos as ruas em que está montada a resistência pró- Lula. O presidente do PT-PR, Dr. Rosinha, expressou preocupação com a atitude da polícia, uma vez que abriu caminho para que eventuais agressores passem a circular por ali em veículos em alta velocidade.

“Além disso, o ônibus serve também como espaço de reunião, descanso e banheiro e para os companheiros da vigília, já que estamos impedidos pela prefeitura de montar mais estruturas móveis na rua”, explica Gerson Castellano, secretário de Comunicação da FUP.

Veja, abaixo, vídeo gravado pelo petroleiro para todos que desejam se deslocar a Curitiba para apoiar o ex-presidente Lula:

 

Por Vinícius Segalla, da Agência PT de Notícias, em Curitiba

 

 

Há 17 dias, centenas de trabalhadores estiveram na vigília, no entorno da Polícia Federal em Curitiba, para dar apoio àquele que é o maior símbolo da esquerda no Brasil: Luiz Inácio Lula da Silva.
O Sindipetro Caxias, conforme indicado no último Conselho Deliberativo da FUP permanece participando do movimento em esquema de rodízio da direção. No primeiro momento estiveram presentes os diretores Calixto, Cardoso, Luciano e Simão Zanardi. Nesta última semana, com noites mais frias e dias mais longos, onde o acampamento cresceu e sofreu retalias da justiça, estiveram presentes os três guerreiros do Sindipetro Caxias: Hamude, Gilberto e Ramos.


Participar do acampamento é fazer parte da luta contra o desmonte da democracia e da maior empresa do Brasil, a Petrobrás. A prisão política de Lula reflete o momento político em que vivemos. Deputados, Senadores, e até o Prêmio Nobel da Paz, foram barrados na tentativa de visitar Lula na carceragem da Polícia Federal. Lula é o primeiro preso político do golpe. Mais uma peça no tabuleiro dos empresários que estão acabando com os direitos trabalhistas e vendendo o país para o mercado internacional.
A direção da FUP e os sindicatos filiados continuam mobilizados em Curitiba. Só os trabalhadores unidos poderão barrar o que está por vir. Lutar e Resistir! #LULALIVRE

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Sindicato dos Trabalhadores na
Indústria e Destilação de
Petróleo de Duque de Caxias
Inaugurado em 26/03/1962