Muitos trabalhadores que escolheram manter o seu PCAC, que é uma conquista da luta coletiva, no lugar de apertar o botão do tentador PCR, hoje estão sendo claramente discriminados pela empresa no que diz respeito as progressões automáticas de níveis (18 meses e 24 meses). Que não foram concretizadas no mês de janeiro de 2019. Ao contrário dos trabalhadores que aderiram ao PCR, que não sofreu atraso na programação dos níveis.
O Plano de Cargos vigora desde 2007 na companhia sem dificuldades. Mas com o surgimento de um novo plano de interesse da empresa, os trabalhadores que decidiram não vender sua conquista estão sendo punidos. A direção do Sindipetro Caxias pediu explicações ao RH da REDUC que informou que no contracheque de fevereiro dia 25 estará regular a distribuição das letras com seus respectivos registros na FRE. A direção do Sindicato cobrará atuação da companhia para respeitar e cessar com a discriminação dos trabalhadores que estão no PCAC.

A gerência de RH aproveitou a reunião com a direção da FUP e sindicatos filiados, na última quinta-feira, para apresentar um projeto de mudanças no atual Plano de Classificação e Avaliação de Cargos (PCAC), nomeado agora de Plano de Carreiras e Remuneração (PCR), onde separa os trabalhadores apenas em duas carreiras: nível técnico e nível superior.
Em um primeiro olhar crítico da FUP, alertou-se que tem características similares aos de empresas privadas como a Shell e a Statoil, no qual, segundo a empresa, serviram de inspiração.
A FUP irá analisar, com assessoria do DIEESE, os impactos deste novo plano para os trabalhadores.

Sindicato dos Trabalhadores na
Indústria e Destilação de
Petróleo de Duque de Caxias
Inaugurado em 26/03/1962