No dia 21, às 20h, a bateria de arranque do gerador de emergência a diesel explodiu quando um operador da UTE-GLB estava realizando um teste no equipamento. Os estilhaços da bateria voaram a uma distância de 5 metros do gerador, quebrando a prancheta que o operador estava usando. Por sorte, o trabalhador não se feriu gravemente. A gerência escondeu este e outros acidentes que não foram comunicados ao Sindicato. Além disso, também
não foram realizadas as investigações necessárias. Desta maneira, a Usina permanece com seus indicadores ótimos perante seus superiores, ao estilo “para inglês ver”. Diante disto, a direção do Sindipetro Caxias solicitou formalmente à gerência da UTE-GLB que se explique sobre este descaso e crie uma investigação do acidente juntamente com a CIPA, para que os trabalhadores possam ter um ambiente seguro dentro da fábrica.

 

No dia 26, aconteceu mais um encontro de pensionistas no Sindicato Ela tiraram dúvidas e trocaram experiências com nossa assessoria jurídica. A próxima reunião de aposentados e pensionistas será nesta terça-feira (2), às 10h.

---

A direção do Sindipetro Caxias esteve presente na comemoração de 35 anos de fundação da CUT Rio, no dia 26/09. O evento aconteceu no recém inaugurado espaço do MST, Armazém do Campo, na Lapa.

---

Rodada de setoriais com trabalhadores do turno e do administrativo da REDUC, TECAM e UTE-GLB, tratou de assuntos de interesse da categoria como PCR, PETROS e PLR.

Depois de muita luta, a direção do Sindipetro Caxias conquistou na justiça o café da manhã para os trabalhadores do regime administrativo da Usina Termoelétrica Leonel Brizola, admitidos até o dia 25/03/17.
Caso seja descumprida a sentença, a Petrobrás será multada em dois mil reais, que deverá ser revertido para a reconstrução do Museu Nacional - UFRJ, recém destruído pelo incêndio no dia 02/09.

Na última semana, a SUVISA (Superintendência de Vigilância Sanitária do Estado do Rio de Janeiro) recebeu a denúncia do Sindipetro Caxias sobre os problemas sanitários na alimentação na REDUC e na Usina Termelétrica Governador Leonel Brizola. A série de irregularidades no fornecimento, conservação e qualidade dos alimentos tem levado os trabalhadores, constantemente, reprovar os alimentos preparados e distribuídos aos mais de 3000 homens e mulheres nos refeitórios e nas copas das fábricas. Há diversas denúncias de má conservação e qualidade duvidosa dos alimentos aos empregados do Regime de Turno, bem como aos empregados do Horário Administrativo da empresa. O Sindipetro Caxias solicitou a fiscalização dos restaurantes da empresa, com intuito de preservar a saúde de todos os trabalhadores na fábrica. Existem relatos de casos de trabalhadores que compram comida fora, em “quentinhas”, por conta da precariedade da comida servida.
A vigilância sanitária estadual foi descentralizada da SUVISA para o orgão municipal, e reforçou em seu ofício a necessidade de vistoria na REDUC e UTE-GLB. Então, a qualquer momento a gerência da refinaria e da usina termelétrica terá que se explicar aos fiscais por que deixou largado o cuidado com a alimentação dos trabalhadores .

Após sentença procedente e deferimento da tutela antecipada, determinando o reestabelecimento do café da manhã, a empresa requereu ao Juiz que fosse limitado aos trabalhadores que estavam lotados na UTE-GLB, de forma que se alguém fosse transferido para lá não tivesse direito a se alimentar. Tal pedido foi rejeitado. A empresa já apresentou recurso para o Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro.

No dia 8 de dezembro o café da manhã da Usina Termelétrica retornou para os trabalhadores, garantindo o direito conquistado deste do início da operação da fabrica em 2004.
Na manhã do dia 6 de dezembro, a direção do Sindipetro Caxias junto com os trabalhadores realizou, no portão principal da fábrica, um ato em defesa do retorno do café da manhã. Mais uma derrota da gestão Pedro Parente de retirar direitos dos trabalhadores para justificar uma economia para a empresa em detrimento da saúde daqueles que mantém a UTE-GLB funcionando.
Em março de 2017, foi retirado o café da manhã e desde então os diretores do Sindicato vêm lutando pelo seu retorno. No dia 10/10, houve uma audiência na justiça do trabalho de Duque de Caxias, onde mais de 20 trabalhadores estiveram presentes para pressionar sobre o retorno do direito. No dia 23 de novembro foi dada sentença favorável pela volta do café na fábrica. A direção do Sindicato se reuniu com o gerente da planta, que garantiu, via documento, o cumprimento da determinação judicial. Parabéns à todos os trabalhadores que acreditaram na unidade junto com seu Sindicato na conquista e preservação de seus direitos.
Vamos continuar fiscalizando para que não haja nenhum direito a menos para os trabalhadores. A luta continua em defesa da Petrobrás e do ACT.

Transporte: No dia 1° de dezembro, a UTE-GLB foi integrada ao pool do transporte da REDUC / TECAM. Com isso, os funcionários ganharam tempo e conforto, porém os companheiros terceirizados não estão neste novo modelo. A direção do Sindicato irá cobrar da gerência na próxima reunião.

Clique aqui para assistir ao vídeo

No dia 23 de novembro, saiu a decisão judicial em favor dos trabalhadores da UTE-GLB, que determina o retorno do café da manhã, nos mesmos moldes, sob pena de multa diária de 20 mil reais. Desta decisão ainda cabe recurso, mas o cumprimento da obrigação é imediato.

Estamos de olho: Sendo assim, hoje dia 6 de dezembro, os trabalhadores do Regime Administrativo voltam a ter seu café da manhã. A direção do Sindicato irá fiscalizar se a sentença será ou não cumprida pela Petrobrás.#nenhumdireitoamenos #privatizarfazmalaobrasil @ Petrobras - UTE GLB

No dia 30 de novembro, os petroleiros das bases da FUP realizaram mobilizações em todo país contra a retirada de direitos, dando um novo recado à gestão Parente Entreguista: tire as mãos do nosso Acordo Coletivo.
O Sindipetro Caxias realizou um grande ato no Arco da REDUC, onde reuniu os trabalhadores do Turno, HA, Transpetro e UTE-GLB, para assistirem a apresentação do economista do DIEESE e do GEEP, Cloviomar Cararini, que mostrou ser viável a renovação do ACT sem a retirada de nenhum direito, como a FUP está propondo. Também esteve presente o coordenador geral da FUP, José Maria Rangel.
No dia seguinte da FUP ter comunicado à Petrobrás o resultado das assembleias, a empresa, assim como a Transpetro e a Araucária Nitrogenados, prorrogaram o Acordo Coletivo de Trabalho até 31 de dezembro. A empresa deve apresentar uma nova proposta após o dia 10/12.
Só a luta garantirá a renovação do ACT, sem redução de direitos. Nossas conquistas vêm do nosso movimento. Com retirada de direitos, não há acordo.

Após a audiência realizada no dia 10 de outubro, onde compareceram vários trabalhadores com o intuito de testemunhar, o processo foi para a conclusão. No dia 23 de novembro, saiu a decisão sendo procedente. A sentença determinou o retorno do café da manhã, nos mesmos moldes, sob pena de multa diária de 20 mil reais. Desta decisão ainda cabe recurso, mas o cumprimento da obrigação é imediato.

Estamos de olho
Sendo assim, no dia 6 de dezembro, os trabalhadores do Regime Administrativo voltam a ter seu café da manhã. A direção do Sindicato irá fiscalizar se a sentença será ou não cumprida pela Petrobrás.

Em junho deste ano, o Sindipetro Caxias se reuniu com a gerência da UTE-GLB para tratar do desmoronamento das torres de refrigeração PAD-19 , PAD-29 e PAD-39, que se encontram em estado crítico.
Em 02 de agosto de 2017, o auditor fiscal do MTE deu parecer favorável à empresa e contrário à interdição requerida pelo Sindicato, mesmo com todos os riscos envolvidos:
“Após inspeção nos locais das torres de resfriamento e entrevista com o corpo técnico da UTE-GLB, foi exigido laudo estrutural das torres de resfriamento, tendo como conclusão a inexistência de desmoronamento ou colapso da estrutura de madeira; porém, sendo vetado o acesso dos trabalhadores ao deck do topo das torres até que a substituição da estrutura seja concluída. Além disso, a empresa bloqueou e sinalizou o acesso físico às escadas. Caso seja necessário o acesso aos decks, este se dará com uso de plataforma elevatória operada por profissional treinado.” (posicionamento do MTE).
Apesar da gerência da UTE-GLB ter se comprometido com o Ministério do Trabalho e Emprego e com o Sindicato em iniciar as obras, até hoje nada foi feito e a estrutura de madeira que existe no local está aparentemente desmoronando.
O Sindipetro Caxias cobrará o MTE quanto ao cumprimento do calendário de obras, já que o início da obra estava previsto para junho deste ano.

Page 1 of 3

Sindicato dos Trabalhadores na
Indústria e Destilação de
Petróleo de Duque de Caxias
Inaugurado em 26/03/1962